CASOS CLINICOS PSICOLOGICOS PDF

O terapeuta surpreendeu-se com os sintomas e o sofrimento do paciente, ficando preocupado o resto do dia. Seu pai conheceu uma outra mulher, que veio a ser sua madrasta. O paciente tinha o costume de brincar com insetos mortos, os quais gostava de enterrar. Morava numa cidade do litoral e trabalhava numa discoteca. Quando Batista sentia-se deprimido queria ficar sozinho e parado, sem fazer coisa alguma.

Author:Tozilkree JoJonris
Country:Finland
Language:English (Spanish)
Genre:Relationship
Published (Last):2 January 2010
Pages:132
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ISBN:630-2-90316-240-6
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Outubro de - Vol. Palavras-chave: Psicoterapia. Abstract: The aim of this study was to describe a case of very brief dynamic psychotherapy. The main techniques of trust and bond establishment with the patient have been reported. Advances and limitations of the very brief therapeutic process were also presented through examples of the evolution of the clinical condition of the patient. The bond made between the therapist and the patient was crucial to the smooth running of the very brief psychotherapy.

Keywords: Psychotherapy. Psychological Interview. Feldman , p. O que aconteceu? Como tu te sentiste? Foi muito ruim, porque eu fiquei muito, muito triste e sozinha. Paciente: Ah, assim, foi igual Na verdade, eu comecei foi mancar Terapeuta: Mancar? Quando que tu acaba mancando, Paciente? Me explica melhor. Terapeuta: Muito bem, Paciente! Agora continua, quando a tua perna falha?

Terapeuta: Muito bem, Paciente!. Paciente: Aliviada, parece Paciente: Isso Terapeuta: Exato! Paciente, vamos pensar num cachorro bravo, com raiva. Paciente: Aham Terapeuta: Que bom que tu conseguiu visualizar, Paciente No entanto, quando questionada pela terapeuta acerca do treino assertivo com a sogra, a Paciente relatou o seguinte: Paciente: Ah, eu to tomando coragem ainda sabe Terapeuta: Por que, Paciente?

Terapeuta: Lembro A mulher dele, a esposa, vive na casa da minha sogra Terapeuta: espantada Como assim, Paciente? Terapeuta: Essa eu imagino que seja a parte boa E a ruim, Paciente?

Paciente: Como assim? Faz comida porque precisa comer. Paciente: Nossa E hoje tu me disse que se sente animada!

Paciente: Concordo Paciente: Vou. Paciente: Ah Posso te confiar essa tarefa? Paciente: Pode Eu adoro arroz com batata-doce, e ele odeia. Terapeuta: Continue Nem acreditei! Afinal, apesar de estar se impondo nos relacionamentos interpessoais de maneira mais ativa, a Paciente ainda desenvolveu a capacidade de controlar plenamente a sua ansiedade.

Paciente: Sim, tudo preto Depois da adversidade, as plantas se fortalecem num solo mais pobre e crescem ainda mais bonitas. Consegue fazer essa analogia contigo mesma, Paciente? Paciente: Olha Paciente: Uai Terapeuta: Muito bem Fico muito, muito feliz em ouvir isso da tua boca, Paciente.

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