ALEXANDRE PARAFITA PDF

See More The tradition of the "Seven Steps" for future memory Not only is the economy suffering from the devastation of the There are cultural traditions, deeply rooted in the identity of peoples, at the risk of only being kept in memory. The tradition of the "Seven Steps", in the northeast, is a unique case in the country, and that has on the holy Friday, its epilogue, offering a scenario in the way of a horror movie. This year, it was also because of the scourge that we have come. In the middle of darkness, two hooded men of black, as they sounding the Midnight, throw noisy on the granite slabs of the church lobby of iron chains that hold on the legs and drag on the sidewalks of the streets and creepy and creepy noises.

Author:Shakagor Gakree
Country:Burundi
Language:English (Spanish)
Genre:Software
Published (Last):25 March 2019
Pages:119
PDF File Size:5.29 Mb
ePub File Size:13.8 Mb
ISBN:128-2-80952-789-8
Downloads:63655
Price:Free* [*Free Regsitration Required]
Uploader:Mekree



Era um menino como outro qualquer, nascido de mulher e pequenino. Era uma jovem me como cada uma , sempre ao p do seu bem. Era um pai como todo deve ser, a permanecer, mesmo se vai. Era uma famlia feliz como no houve igual. Joo Manuel Ribeiro, Romanceiro de Natal A fala do Menino Jesus Ainda agora aqui cheguei e j tenho companhia: so os bichos do prespio que me enchem de alegria.

Minha me j me embala no casulo da ternura e refresca os meus lbios com um fio de gua pura. Quando crescer terei tempo de lhes dizer ao que vim e quem me quiser seguir que venha juntar-se a mim. Eis que chegam os Reis Magos vindos l do Oriente com segredos bem guardados dentro de cada presente. A vaca, o burro, a ovelha so a minha doce guarda, bem diferente dos romanos, altivos na sua farda.

Ainda agora aqui cheguei e estou no centro da luz; os meus pais chamam-me filho, os outros chamam-me Jesus. Por este nome, estou certo, serei sempre conhecido; e ho-de chamar-me menino j depois de ter crescido. O menino olhou em volta para ver mais adiante e aquilo que encontrou foi raro e deslumbrante. Chamou a vaca e o burro para estarem junto de si e eles obedeceram no saindo mais dali. Era um rei pequenino de um reino apenas sonhado e traou o seu destino num prespio acanhado.

Os poderosos de ento, fossem judeus ou romanos, queriam-no bem vigiado por muitos e muitos anos. Mas ele, que nasceu livre, em liberdade quis crescer, seguido por gente boa que com ele ia aprender. E o seu maior milagre, o que tem mais valor, foi ter mostrado ao Homem a fora que h no amor. Meu Menino Jesus boquinha de marmelada dai-me um bocadinho dela que a minha me no tem nada.

Meu Menino Jesus minha estrela do cu Tendes cabelinho de oiro Nem precisais de chapu. E o Menino Jesus no se dormia Tornava Nossa Senhora, Numa voz mais consumida: Dorme, dorme, dorme agora E que eu descanse tambm, Porque mesmo adormecida Vela sempre, a toda a hora, No meu peito, o amor de me. Haja quem lhe d as meias que eu lhe dou os sapatinhos. Nossa Senhora lavava e S. Jos estendia e o Menino chorava com o frio que fazia.

Calai-vos, meu Menino, calai-vos meu amor, isto so navalhinhas que cortam sem dor. Devagarinho Poisa no ninho Que o colo tem: Ninho do colo Da sua me. Tu tambm, cotovia J so horas de parar! Se no paras, o Menino No tarda, vai acordar! E tu, melro atrevido, Que te escondes no silvado. Vem s cantar ao Menino Quando estiver acordado!

O Menino dorme, dorme, Naquele sono profundo Quando mais logo acordar Vai sab-lo todo o mundo! Alexandre Parafita, Histrias de Natal Contadas em Verso Prtico Entre ns uma estrela assim acesa, acesa, acesa: a notcia de que o Menino nasce sempre em bero de surpresa. Joo Manuel Ribeiro, Romanceiro de Natal Corao de Dezembro No corao de Dezembro se faz um caudaloso hino de amor e paz: Um menino, saltando o muro da eternidade, vem ao mundo dar ao tempo novo tempo, maduro de festa e promessa.

Nele se faz fundo a medida do corpo do futuro. Este recado tivemos, J meia-noite seria; Estrelas do cu, l vamos Dar parabns a Maria. Mas que Lhe havemos de levar, A um Deus que tanto tem? Vamos todos, e depressa, Adorar o Deus Menino. Ai, que tanto Se parece Com a sua senhora Me! Poema popular Dorme, dorme Vai-te embora, passarinho, deixa a baga ao loureiro, deixa dormir o Menino que est no sono primeiro.

Dorme, dorme, meu Menino, que a Mezinha logo vem. Foi lavar os cueirinhos fontinha de Belm. No tenho palcios, No tenho campinas, Nem mantos de seda, Nem cambraias finas! No tenho tesouros, Nem disso iluses! Sou pobre nos sonhos E nas ambies! No tenho riquezas, Nem compras de feira, S tenho o que cabe Na minha algibeira! Tenho um piozinho, Mais uma baraa Pr fazer girar No meio da praa! Tenho dois berlindes, Um verde e um lils, E a jogar com eles Nunca fico atrs! Ah, que bom seria Poderes aprender, E eu ser teu mestre E ver-te vencer!

Menino Jesus, Que ests no altar, tudo o que tenho Para te levar! E nada mais levo, Por mais que queira, Pois pequenina, A minha algibeira! O prespio o lugar que o menino quis escolher para anunciar ao mundo que acabara de nascer. Os animais que se juntam para lhe darem calor so o teto e so a casa, so uma prova de amor. Faz-se um prespio de barro, lembrando o original, que por ser quente e humano nunca h-de ter igual. At o co e o gato que parecem l no estar ficaram ao fundo espreita para poderem festejar.

Os primos vo buscar musgo e do um toque mais quente ao prespio deste Natal que vai juntar toda a gente. O prespio o abrigo onde dorme a lua cheia, que guarda uma surpresa para um menino sem ceia. As histrias que eu j ouvi dizem ser especial o que iria acontecer nessa noite de Natal. Sou a ovelha discreta que se contenta em balir para dizer ao menino o que ele deseja ouvir. Sou a ovelha do prespio em fresco barro moldada, mas j fui de carne e osso nessa fria madrugada. O que fazem no prespio outros bichos como eu?

Vm dar calor noite, que o menino j nasceu. Ontem deixei o rebanho e amanh l voltarei; hoje este o meu lugar junto ao menino que rei. Ele fica acompanhado por quem lhe quer tanto bem; dorme um sono descansado sobre o regao da me. Jos Jorge Letria, O Livro do Natal O prespio dos avs Vm de noite, cansados, sem temerem a distncia pois os netos esto espera no reino da sua infncia.

H dias encomendaram um enorme bolo-rei que tem uma fava rija e um brinde em ouro de lei. So amigos do Pai Natal e tambm so construtores dos prespios de outros tempos que tinham anjos voadores.

Pensaram escrever um livro lembrando os velhos natais em que havia mais esperana nas notcias dos jornais. Mas o livro que escreveram foi afinal o da vida que h-de ter um fim feliz na hora da despedida. Agora tem os netos sentados sua volta; so a roda dos afetos com tanta ternura solta. So o tempo que d tempo aos pais atarefados, so a alegria que espalha sorrisos por todos os lados. Se dormir sem sobressalto tero noites sossegadas e quando os dentes romperem j no sero descansadas. J chegaram os amigos, que o tempo de festejo, Maria embala o menino E, ao deit-lo, d-lhe um beijo.

Jos, que carpinteiro, deixou trabalho adiado; tem o prespio a cargo e no dorme descansado. Com a madeira que talha fez um bero to bem feito que o menino quando dorme tem um soninho perfeito.

Da fonte vem gua fresquinha, De longe algum traz o mel Que adoa a boca da noite Fechada ao amargo do fel. Quem se junta famlia que muitos dizem a sagrada acende uma vela branca no centro da madrugada. Se era preciso calor e uma terna companhia, ali estava eu presente enquanto o menino nascia.

Como no sou adivinho, nem sequer mestre em magia, quem esse menino era eu ao certo no sabia. Filho de gente modesta, tinha um brilho no olhar que era s comparvel ao das noites de luar.

Velando pelo seu sono, sem o deixar despertar, eu ficava de atalaia evitando at zurrar. Sem que saiba bem o qu, qualquer coisa me fez pensar que essa noite em Belm o mundo iria mudar.

Mal sabia nessa altura num lugar de escassa luz, que essa criana, afinal, era o Menino Jesus. Sempre que um menino nasce, tem o leite da sua me, mas para crescer saudvel pode ter o meu tambm. Como sou um bicho forte que d alento e calor, vim ajudar o menino e pr-me ao seu dispor.

Segui uma estrela no cu, como os outros a seguiram, e com assombro e ternura tambm vi o que eles viram. Vi um menino acordado enquanto o mundo dormia e encontrei nos seus olhos a paz que nos prometia.

Sou a vaca do prespio, j s em miniatura, mas continua a ser farta a minha rao de ternura. Como nesse tempo antigo no havia fotografia, s existo na memria de quem celebra esse dia. O caminho era torto Uma estrela vos guiou Em cima de uma cabana Essa estrela se pousou. Cantiga Popular de Barcelos, recolhida por Lusa Miranda Os Reis Magos So trs e chegam de longe com um sonho na bagagem: querem estar com o menino antes que finde a viagem.

So magos do Oriente, mas no so magos de rua; acreditam nos cometas, nas estrelas e na lua. So os magos viajantes que resistem fadiga, seguindo o rasto de luz de uma estrela que amiga.

So os Reis Magos que chegam das mais remotas paragens com ouro, incenso e mirra que trazem de outras viagens. So os Reis Magos felizes, joelho assente na terra, com um voto e uma prece: Menino, pe fim guerra.

Gaspar, Baltazar e Belchior pedem estrela brilhante: D nome a este menino antes que o galo cante. Viemos aqui nesta noite com um desejo profundo: queremos ver o menino que vem dar esperana ao mundo. O curral era pequeno, No cabiam todos trs: Adoraram o Menino Cada um por sua vez.

Santos reis, santos coroados, Foi Jesus que vos coroou, Jesus que, pra nos salvar, Deus ao mundo enviou. Foram chamadas em sonho Por um sagrado destino: Guiados por uma estrela, L foram dar com o Menino!

HELICOIL CHART PDF

Contos de Animais com Manhas de Gente

.

DATA MINING FOR BUSINESS INTELLIGENCE SHMUELI PDF

Lendas e Mitos dos Castelos de Portugal

.

BARRAS ENERGETICAS DE KIWICHA PDF

Diabos, Diabritos e Outros Mafarricos

.

BEHAVIOURAL INVESTING JAMES MONTIER PDF

Poemas de Natal

.

Related Articles